Maio 17, 2009
Trilha Sonora (cinema)
Posted by Bruno Macedo da Silva under Filmes | Tags: batráquio, cinema, humor, O Exorcista, trilha sonora, William Friedkin |Leave a Comment
Maio 11, 2009
Freddie Highmore (cinema)
Posted by Bruno Macedo da Silva under Filmes | Tags: 3D, batráquio, cg, cinema, computação gráfica, em busca da terra do nunca, finding neverland, Freddie Highmore, johnny depp, personagens 3D |Leave a Comment

Freddie Highmore
Novamente, sobre atores, alguém em quem vale prestar atenção é Freddie Highmore.
O primeiro filme em que o vi foi “Em Busca da Terra do Nunca”, atuando ao lado de Johnny Depp.
Highmore é um daqueles prodígios que se revelam cedo. Tem um carisma forte, mas discreto, sem exageros. Sabe dosar sua atuação e parece não fazer grande esforço para marcar sua presença em cena.
Em “Crônicas de Spiderwick”, interpreta dois irmãos gêmeos de personalidades bastante distintas, e nessa hora seu talento fica evidente.

As Crônicas de Spiderwick
A propósito, recomendo o filme para aqueles que gostam de personagens 3D – como eu – e que não têm nenhuma reserva em relação a filmes infanto-juvenis, desde que sejam criativos.
Vale pela presença Highmore, pelos bons personagens (humanos e não-humanos) e pela história da família (pais separados, filho-problema), que é interessante e se mescla bem com o universo fantasioso do filme.
Abril 24, 2009
Stop Motion With Wolf and Pig (animação)
Posted by Bruno Macedo da Silva under Animação | Tags: Animação, batráquio, stop motion, Stop Motion With Wolf and Pig |Leave a Comment
Exemplo de stop motion animal, feito por japoneses!
Abril 20, 2009
Paul Giamatti (cinema)
Posted by Bruno Macedo da Silva under Filmes | Tags: a negociação, batráquio, cinderella man, cinema, Howard Stern, o ilusionista, o resgate do soldado ryan, Paul Giamatti, planeta dos macacos, sideways |Leave a Comment

Paul Giamatti
Algo que gosto no cinema é conhecer novos atores.
Há alguns anos, assisti na TV um filme chamado “O Rei da Baixaria” (pois é…), que contava a história de Howard Stern, o famoso locutor de rádio dos EUA. O filme é, como diz o nome, uma baixaria, mas até que diverte.
Lembro que um dos atores me chamou a atenção, interpretando um produtor da rádio Msnbc cuja função era atormentar a vida do Howard. O cara era engraçadíssimo e não precisava se esforçar para isso. Sem trejeitos, caretas, ações forçadas. A graça do ator vinha do seu carisma e do realismo que dava o personagem.
Mais tarde, esse ator tornou-se conhecido e eu descobri que seu nome era Paul Giamatti.
Alguns filmes dos quais ele participou: Sideways, Cinderella Man, O Resgate do Soldado Ryan, O Ilusionista, Planeta dos Macacos, A Negociação e até mesmo (essa eu não sabia) a animação Robôs, dublando um personagem menor, mas engraçadíssimo.

Sideways
Em Sideways, ele interpreta um escritor alcóolatra e depressivo e consegue ser hilário no papel, ao mesmo tempo em que é comovente. Talvez seja seu melhor papel. Mas ele também consegue se destacar interpretando personagens secundários, como o treinador Joe Gould, em Cinderella Man. É memorável a cena em que ele entra no ringue e quer partir para cima do adversário de Jim Braddock – o adversário é um boxeador capaz de partir o treinador ao meio -, tipo de cena que funciona bem, porque o ator já construiu algo, ao longo do filme.
Ver Giamatti ganhando respeito e visibilidade é duplamente interessante. Primeiro, mostra que talento e carisma ainda são coisas valorizadas pela indústria – a tendência agora é dizer que só a aparêcia é valorizada, mas não acredito muito nisso. Segundo, é sinal de que podemos esperar mais filmes bons, com personagens interessantes e bem interpretados por ele (seja como protagonista ou coadjuvante).
Enfim, para quem não conhece, é um nome que recomendo prestar atenção.
Abril 15, 2009
Batráquio, sobre a Vida…
Posted by Bruno Macedo da Silva under Outros | Tags: batráquio, dinheiro, realização, vida |Leave a Comment
Três coisas, que o quanto antes apredemos, melhor é para nós.
1 – Ninguém é de ninguém (aprendizado unespiano).
2 – Ninguém é melhor que ninguém (o porteiro do seu prédio sabe algo que você não sabe)
3 – Realização satisfaz mais que dinheiro (embora, as duas coisas sejam importantes).
Não que eu já tenha, claramente, aprendido essas coisas. Mas estou no caminho…
Abril 8, 2009
Jonathan Demme (cinema)
Posted by Bruno Macedo da Silva under Filmes | Tags: batráquio, cinema, denzel washington, jonathan demme, marley, o casamento de rachel, philadelphia, tom hanks |Leave a Comment
Uma justiça ao diretor Jonathan Demme.
O cara já dirigiu filmes como Philadelphia e O Silêncio dos Inocentes – ambos filmes de se tirar o chapéu.
Agora, “O Casamento de Rachel“? Ruinzinho demais… (quanto a “Marley” não sei, pois ainda não vi).
Torço para que ele volte a dirigir filmes como os que fez na década de 90.
Abril 7, 2009
Qual é a das Câmeras Tremidas? (cinema)
Posted by Bruno Macedo da Silva under Filmes | Tags: à espera de um milagre, batráquio, câmera tremida, cidade de deus, cinema, documentário, fernando meirelles, filme, frank darabont, jason reitman, jonathan demme, juno, o casamento de rachel, o nevoeiro, paul greengrass, pânico, rachel getting married, stephen king, terror, voo united 93 |Leave a Comment

O Nevoeiro, de Frank Darabont
Um dia desses estava assistindo a “O Nevoeiro“, filme de terror baseado num conto do Stephen King, quando de repente, do nada, o enquadramento fechou, bruscamente, num movimento de lente que todo mundo conhece por “zoom-in”.
O movimento rápido se repetiu, várias vezes, ao longo do filme, e algumas câmeras tremidas, que pipocavam hora ou outra, faziam lembrar os movimentos de câmera de um documentário.
Esses movimentos inesperados surpreendiam a cada vez que apareciam, não por carregarem algum sopro de originalidade, mas por destoarem do resto do filme.
“Mais um diretor que aderiu à moda da câmera tremida, estilo documentário”, pensei.
Minha surpresa foi ao final do filme, quando surgiram os créditos e vi que a direção era de Frank Darabont (sim, ele mesmo, o diretor de “Um Sonho de Liberdade” e de “À Espera de um Milagre”).
“Até tu, Darabont?”, pensei.
As câmeras tremidas viraram moda no cinema, já faz algum tempo. Parece que todo mundo quer usar esse recurso, como se uma câmera no ombro fosse capaz de extrair uma verdade, da cena, que a câmera no steady, trilho, grua, ou tripé, não conseguisse.
Eu admiro os diretores que realmente sabem usá-o.
Caras como Fernando Meirelles, em Cidade de Deus, ou Paul Greengrass, em United 93 (não confundir com o outro filme sobre o voo United 93, uma versão propagandista dos fatos, que um cara aí dirigiu) verdadeiros jazzistas do cinema, que conseguem filmar as cenas no improviso, sem decupagem de planos ou storyboards (às vezes, sem diálogo definido).
São gênios, mas são poucos.
Os que não sabem fazer como eles, usam o recurso de qualquer jeito e acabam produzindo filmes como “O Casamento de Rachel” – tipo de filme feito para chamar a atenção da crítica, com câmera tremida, roteiro de pequenos dramas e uma atriz bonita que “enfeiam”, para interpretar uma junkie chata e mimada – na minha modesta opinião, um lixo do começo ao fim.
Já que falamos dos pequenos dramas de “O Casamento de Rachel”… Prefiro uma boa trama de assassinato e morte, a esse tipo de filme (aliás, prefiro um filme da série “Pânico” a esse tipo de filme). Mas, mesmo os pequenos dramas podem ser interessantes, se bem usados. É só ver um filme como Juno, por exemplo, que foge do melodrama, mas que dá vontade de ver do começo ao fim, sempre que passa na TV.
Acredito que a grande diferença entre filmes como “Juno” e “O Casamento de Rachel”, é que no primeiro, o diretor (Jason Reitman) e a roteirista (Diablo Cody) preocuparam-se em contar a história da melhor maneira possível, enquanto que no segundo, o diretor (Jonathan Demme) provavelmente tentou ser moderninho.
Talvez o Frank Darabont tenha tido um lapso, em “O Nevoeiro”, e quis pagar de moderno, também. Perdeu um pouco do foco que tinha, quando dirigiu seus filmes anteriores. Não que o filme em questão não seja divertido de se assistir.
Estou meio ácido hoje…
Enfim, opinem.
Abril 6, 2009
The Tale of How (animação)
Posted by Bruno Macedo da Silva under Animação | Tags: Animação, animation, batráquio, making of, shy the sun, tha blackheart gang, the tale of how |Leave a Comment
Animação absurdamente fodástica, produzida pela The Blackheart Gang (produtora de animação formada por 3 amigos da Cidade do Cabo, África do Sul…)
Não bastasse a animação ser absurdamente fodástica, os caras fizeram um making of muito bem editado e bem humorado…
Fica a dupla recomendação do Batráquio!

